terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Missão impossível



Eeeeeeeeeeh, escrevi coisas para o blog e não publiquei nesta segunda-feira (não faz mal vou colocar com data de ontem), O DRAMA, eeeeeeeeeeeeh nem fui ao Facebook ou ao Google Plus, A AGONIA, a culpa é do fim da segunda temporada de Homeland, e hoje tenho um problema, dois episódios da segunda temporada de The Killing (versão americana) [eu sei que não presta mas eu gosto da atriz principal e a série difere da versão original dinamarquesa]. Ok, vou estar com o portátil ligado e a ver o The Killing.
P.S. Quando é que o AXN Black estreia a segunda temporada do The Killing original?

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Maldito tempo



Encontro-me a olhar pela janela do meu local de trabalho, e o ar que se respira na rua é depressivo. As nuvens parecem aproximar-se cada vez mais deste pequeno pedaço de terra, mas lá ao fundo surge sempre uma impressão de nevoeiro que esconde algo melhor. Nunca estive à espera do “Encoberto” mas, contado com o dia de hoje, já é o terceiro dia sem ver sol.

domingo, 6 de janeiro de 2013

Disco que não interessam ao menino Jesus



Há projetos musicais e discos que são muito apreciados pelos consumidores quando surgem no mercado, mas passado algum tempo, o sujeito cresce, o seu gosto “muda”, e quando se olha para trás, quando se decide vasculhar na coleção de discos por um tema que se ouviu na rádio de manhã enquanto te deslocas para o trabalho, encontra-se aqueles discos a que eu gosto de chamar “tava parvo na altura” ou “como é que eu podia gostar destes gajos” ou ainda, devido à crise, “dinheiro mal gasto ponto come”. E apesar da ideia de vender os ditos discos me surgir mais rápido do que à associação de tortura à Quinta Sinfonia de Beethoven (obrigado Kubrick), sei bem que, 3 décimos de segundo depois, não conseguirei vender os ditos por mais do que um euro, ou seja, apenas mais 65 cêntimos do que vale o último disco de Justin Bieber numa loja de revenda.

Anyway vamos agora à espetacular tarefa de olhar para os meus discos e comentá-los (ideias originais para posts hoje em dia rien!!! – qualquer dia começo a fazer vlogs e a tentar completar cinnamon challenge e outras coisas estúpidas que surgem no Youtube)

1º Disco – ZWAN, Mary Star of The Sea, primeiro e único disco deste projeto musical encabeçado por Billy Corgan. Sim eu sei, não é um péssimo álbum, mas o meu coraçãozainho foi quebrado com a promessa de um projeto durador e ao nível dos pumpkins. Parece um tiro de caçadeira, abre em leque, tenta acertar em várias direções musicais, mas acaba por não causar o impacto que podia ter. E como eu ainda tou chateado com o Billy Corgan pelo Zeitgeist, tumba vai para esta lista.

2º Disco – Orgasmo – Orgasmo. No tempo do Blitz jornal, por vezes, lá saia um cd para nós comprar-mos à um preço simpático, e eu gastei dinheiro nesta porcaria. Apelidado de música alternativa portuguesa, o dito cd é na minha opinião intragável. Cada faixa é mais do mesmo, tem ritmo e tal, é dançavel mas letra de música nem vê-las. Não aconselho a ninguém sem ouvir primeiro no Youtube. 

3º Disco – Soul Asylum – Let Your Light Shine. Fazer um sucedâneo de um álbum de sucesso é difícil, e se pensam que ter o Butch Vig e o Andy Wallace na produção e remistura é vantajoso pensem só nisto “ano 1990, disco de Slayer, adenda: How to F*ck a record!”. Não é um mau disco, está é espartilhado, tá de tal maneira moldado para não alienar ninguém do público consumidor mainstream, que acaba por não ter nada de interessante, nenhum ponto alto nem “chouriços” (tradução temas para encher).

Bem ainda podia falar do Zeitgeist, mas já disse mal dele neste blog e creio que não valha a pena bater no ceginho. 

Posso contudo deixar uma nota, Never say Die! dos Black Sabbath, álbum que perdi (como quem diz emprestei a alguém) não vale a um chavo. Resume-se a uma série de banalidades musicais com um tema que dá nome ao disco, que corresponde a três minutos e cinquenta segundos que nunca irei recuperar da minha vida. Conselho, nunca comprem um disco porque tem um capa gira.

Google plus Versus Facebook – quem vence?



Eu estou agora a tentar ser aquilo que alguém descreveu como “ser moderno”, usar as redes sociais. Para quem não sabe, que creio que sejam todos que possam ler isto, eu tive a típica conta do Hi5 (coisa maravilhosa que pelos vistos só teve sucesso em Portugal, Brasil, Turquia e India) ao qual nunca liguei muito, tendo me dedicado muito num curto espaço de tempo ao myspace (pobre TOM, agora não tem amigos) e depois houve o Multiply, esse sim, rendeu meses e adquiri muitos amigos asiáticos. Mais tarde criei o meu Facebook, na altura em que não era chique, e ignorei até 2010/2011. 

Sendo assim vou agora fazer algo absolutamente inútil, desnecessário e desinteressante para todos, que consiste em usar o Facebook e o Google plus durante uma semana (isto a partir de sete de janeiro) e ver qual é para mim o melhor. 

Irei classificar o interesse gerado na minha pessoa, a facilidade de uso, a facilidade de contacto com terceiros, a facilidade de acesso a informações de terceiros para objetivos voyeristicos (oh yeah baby), o estabelecimento de novas relações virtuais e os jogos, que presumo que são gratuitos (caso contrário nota negativa) … Let the challenge begin. 

P.S. Viva ao Skype e ao tumblr

sábado, 5 de janeiro de 2013

É esperar para ver!



Depois de muitos meses sem vontade de escrever (algo que deriva da fase conhecida como “huau quando escrevi isto ontem achava que tinha alguma coisa decente em mãos”) prometo que não irei prometer nada quanto à escrita assídua nos Blogs mas que irei tentar escrever algo decente de forma regular para descarregar muita coisa acumulada (ai …  vai parecer uma daquelas conversas de café ou as típicas entrevistas Vox Pop).  

É esperar para ver!